quarta-feira, 1 de outubro de 2008

PARCERIA


Uns poucos no mundo sabem como é.
Não estou somente falando de teatro, mas mais que isso, da parceria por vezes estabelecida no teatro, ou em outras muitas áreas, me apego a minha área para expressar meu agradecimento: à parceria.
Ela não é divina, mas é quase como se fosse algo que disse que se não fosse poderia ter sido, mas enfim se foi quem sabe quem disse o que era...
Já diria Mário Quintana:

"Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos se não fora
A mágica presença das estrelas!"

Parceria nos dias que vivemos hoje é quase que um lugar incomum, inexistente, inascessível.
Mentira, não é não.
Prova disso é que temos aqui duas traças, na próxima semana, com mais um caminho, novo e fresquinho para descobrir, sem medo, porque temos esta tal desta parceria.

Não vou agradecer de qualquer jeito não, vou agradecer conforme o mundo quer de nós, ou das traças:

Todos estes que aí estão
Atravancando o NOSSO caminho,
Eles passarão.
NÓS passarinhoS!

Tomara que Mário Quintana ache a mesma graça que eu a brincar com seus versos, reversos, ao inverso, do verso... Ah, é quase uma "parceria" de palavras. Não?!


quarta-feira, 24 de setembro de 2008

A paz na solidão!

É o Que Me Interessa

Daqui desse momento
Do meu olhar pra fora
O mundo é só miragem
A sombra do futuro
A sobra do passado
Assombram a paisagem
Quem vai virar o jogo e transformar a perda
Em nossa recompensa
Quando eu olhar pro lado
Eu quero estar cercado só de quem me interessa

Às vezes é um instante
A tarde faz silêncio
O vento sopra a meu favor
Às vezes eu pressinto e é como uma saudade
De um tempo que ainda não passou
Por trás do seu sossego, atraso o meu relógio
Acalmo a minha pressa
Me dá sua palavra
Sussurre em meu ouvido
Só o que me interessa

A lógica do vento
O caos do pensamento
A paz na solidão
A órbita do tempo
A pausa do retrato
A voz da intuição
A curva do universo
A fórmula do acaso
O alcance da promessa
O salto do desejo
O agora e o infinito
Só o que me interessa

Lenine

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Uma coisa leva a outra.

Uma coisa leva a outra... Ah leva sim. Você como eu acredita que não, ou ainda precisa ver para crer, ou outros muitos dos ditados populares que falam mais ao "acaso" do que ao "caso" propriamente dito. Pois acredite, uma coisa leva a outra...

O caso começou como bala de goma, sabe aquele dia com cara de bala de goma? Docinho, docinho...

Você acorda, olha o céu, olha o que se passa ao redor, sai de casa, aproveita e vai conhecer algo novo que está a lhe esperar, ai é que está, se este dia não tivesse existido, tudo poderia ter sido diferente!

- Que diferença faz agora?

É o que me ocorre perguntar.

A diferença está na bala de goma que me persegue ao acordar, sim porque naquele dia eu descobri que bala de goma não é somente bala de goma, mas é doce, e deixa na boca o gosto que de doce passa a ser amargo e de amargo passa a ser quase sarcástico, o fato enfim é que doce ou não, da boca não sai, nem o gosto, nem o sabor, nem o paladar, indiferente da forma a que se tratar, FICOU!

Então neste caso o mais correto é tomar a medida mais drástica possível: escovar os dentes. E fiz e refiz e por vezes, horas, semanas, por ocasiões o gosto passa, e retorna, como gosto de chiclete quando a gente cresce e volta a saborear de vez em quando, quando dá na cabeça de mastigar.

- De que caso falo?

Oras, simples o fato...

Falo do que na vida passa e quer ficar.

- Não conhece nada assim?

Sorte sua, hoje não é seu dia bala de goma, num dia com gosto de bala de goma, você vai lembrar, de mim, da bala, e do fato, encerrado ou não, o fato!

Não estou doce, também pudera, há dias que a bala, mesmo na boca mais quente, custa a desmanchar.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Das muitas formas de amar



Amor mesmo...
Amor inteiro...
O único!